Os carotenoides incluem vários compostos, entre eles: licopeno, β-caroteno, luteína, zeaxantina, and β-cryptoxanthina. Eles são encontrados em vários alimentos, incluindo vegetais alaranjados, vegetais verdes escuros, tomate, entre outros. Os carotenoides parecem trazer benefícios para vários órgãos do nosso corpo. E essa revisão de 2019, apontou os principais benefícios dos carotenoides para o fígado. No fígado, os carotenoides parecem exercer seus efeitos por: diminuir o estresse oxidativo; diminuir a inflamação; diminuir o acúmulo de gordura hepática; diminuir a resistência à insulina. Dessa forma, ele é uma das estratégias para diminuir o risco de esteatose hepática não alcoólica. Quer saber como incluir carotenoides na sua dieta? Procure um nutricionista!
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Gordura e sono
A duração e a qualidade do sono na gestante podem sofrer alterações, devido às mudanças fisiológicas e hormonais nesse período. E uma pior qualidade do sono pode aumentar o risco de diabetes gestacional e complicações no parto. Por outro lado, uma boa qualidade alimentar pode ajudar a melhorar a qualidade do sono. Nesse estudo de 2019, os autores avaliaram a qualidade da dieta de mulheres com sono reparador e com sono de má qualidade. Após análises, foi observado que as mulheres com um sono de má qualidade tinham um menor % energético vindo de gordura total, menor % energético vindo de gordura monoinsaturada e maior % energético vindo de carboidrato. Mas lembre-se, antes de tornar essa informação uma verdade absoluta, procure por um bom nutricionista!
Tratamento SOP
A síndrome do ovário policístico (SOP) é um problema que aumenta o risco de infertilidade, diabetes e doenças cardiovasculares nas mulheres. Sendo assim, melhorar os parâmetros da SOP é de extrema importância. Nesse ponto, várias estratégias não farmacológicas estão sendo estudadas, com destaque para atividade física, alimentação (em especial modulando o tipo de carboidrato), suplementos (como mioinositol, N-acetil-cisteína, vitamina D, ômega-3, etc) e intervenção comportamental. Alguns estudos demonstram que essas melhoram o controle glicêmico, sintomas de hiperandrogenismo (acne e hirsutismo), melhoram a composição corporal e podem auxiliar na questão da fertilidade. Porém, mais estudos ainda são necessários. Mas lembre-se, individualidade é MUITO importante. Apenas um profissional competente e atualizado vai avaliar qual a melhor estratégia a ser utilizada para seu caso! E você já sabe que para ajustar a alimentação e avaliar os suplementos nutricionais, o Nutricionista é o profissional mais habilitado.
Dieta e humor adolescente
A adolescência é um período de mudanças físicas e psicológicas. Hábitos alimentares adquiridos na adolescência são bem importantes para a consolidação de hábitos alimentares na vida adulta. Além disso, a alimentação durante a adolescência influencia nas mudanças físicas e psicológicas que esse adolescente está exposto. Nesse estudo publicado em 2019 com adolescentes espanhóis avaliou o impacto da aderência a uma dieta do mediterrâneo com o humor e com a qualidade de vida desses adolescentes. Após análises, os autores demonstraram que os adolescentes que tinham uma maior aderência à dieta estilo mediterrânea tinham melhor humor/felicidade e maior índice de qualidade de vida. E lembre-se, para melhorar a alimentação, procure um Nutricionista! Ele é o profissional mais habilitado para orientá-lo sobre alimentação.
Gordura e hipertensão
Várias questões dietéticas parecem aumentar ou diminuir o risco de hipertensão arterial. Frutas, verduras, fibras e grãos integrais parecem diminuir o risco de hipertensão arterial. Por outro lado, excesso de sal e carnes vermelhas parecem aumentar o risco dessa doença. O tipo de gordura consumida também parece influenciar no risco de hipertensão. Nesse estudo publicado em 2019, os autores investigaram a influência dos ácidos graxos poli-insaturados (PUFAs), tanto do ômega-3 quanto do ômega-6 no risco de desenvolver hipertensão arterial. Após analisar mais de 18 mil pessoas, foi observado que a ingestão tanto do ômega-3 quanto do ômega-6 parece diminuir o risco de hipertensão. Porém, vale lembrar que a relação entre esses PUFAs também é importante, e que o profissional mais habilitado para orientá-lo nisso é o nutricionista.
SII e alimentação
A síndrome do intestino irritável (SII) pode estar associada à várias questões fisiopatológicas, incluindo alteração da microbiota intestinal, inflamação de baixo grau e intolerância a alguns alimentos. Dieta com baixo FODMAP é uma das opções para tratar a SII. Diminuir glúten e leite também parece trazer benefícios. Mas nem todos os pacientes respondem igual a estratégias nutricionais. Nesse estudo publicado em 2019, os autores avaliaram a associação entre a ingestão de alguns alimentos e a presença de sintomas da SII. Após análises, os autores observaram que as mulheres com SII que tinham hábitos alimentares irregulares tinham mais sintomas de SII do que as mulheres com hábitos alimentares regulares. Além disso, foi observado que quando as mulheres ingeriam menos cereais, açúcares e refrigerantes elas tinham menos sintomas do que as mulheres que ingeriam mais desses alimentos. Mas lembre-se, individualidade é muito importante. Por isso, procure um nutricionista para orientá-lo melhor.
Índice glicêmico e diabetes
Diabetes é uma doença que cuja incidência cresce a cada ano. Que pacientes com diabetes tem que tomar cuidado com a quantidade de carboidrato, em especial açúcares, doces, biscoitos… isso todo mundo já sabe. Mas será que o consumo de alimentos com alto índice glicêmico e alta carga glicêmica em pacientes saudáveis pode aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2? E para tentar elucidar isso, essa meta-análise avaliou vários estudos para tentar chegar a uma resposta. Após análises, foi observado que sim, uma dieta com alto índice glicêmico e/ou alta carga glicêmica foi associado a mais risco de desenvolver diabetes tipo 2. Para melhorar sua alimentação, procure um Nutricionista! Ele é o profissional mais habilitado para orientá-lo sobre alimentação.
Alimentação e ansiedade
Ansiedade é um problema bem comum entre a população. E vários fatores de estilo de vida podem influenciar no risco de ter ansiedade. Com um destaque especial para a alimentação. Nesse estudo realizado com adultos acima de 50 anos foi o investigado o papel da alimentação no risco de ter ansiedade. Após análises, foi evidenciado que o consumo aumentado de gordura saturada e de açúcar de adição aumentava o risco de ansiedade na população estudada. Na prática, cada paciente deve ser avaliado individualmente. E nunca esqueça que o profissional mais habilitado para orientá-lo sobre alimentação é o Nutricionista!
Café e obesidade
O café é uma bebida bem popular e que, além de cafeína, possui outros compostos que podem trazer benefício à saúde, como vários polifenóis e ácido clorogênico. Alguns estudos tem investigado o efeito do consumo de café na obesidade. Mas ainda não existe consenso. Nessa meta-análise publicada agora em 2019, os autores avaliaram o consumo de café no peso e na circunferência de cintura de homens e mulheres. Após análises, foi observado que as pessoas que consumiam mais café tinham um peso menor e menos circunferência da cintura. Porém, esse efeito ocorreu de forma mais significativa apenas no sexo masculino. Vale destacar que ainda são necessários mais estudos e que a inclusão de café tem que ser acompanhada por uma dieta equilibrada. Por isso, procure um Nutricionista para orientá-lo melhor!
Chá e depressão
A depressão é um transtorno de humor multifatorial e que tem aumentado nos últimos anos. Vários alimentos podem ajudar no tratamento desse problema. Um deles é o consumo de chás, em especial o da planta Camellia sinensis, tanto na forma de chá verde, quanto na forma de chá preto. Essa revisão publicada em 2019, os autores abordam os possíveis mecanismos pelos quais o consumo desse chá pode ajudar na depressão. Dentre os estudos, sugere-se que a Camellia sinensis pode ajudar a modular o estresse, diminuir inflamação, modular as monoaminas e agir em vias de sinalização celular, incluindo vias que aumentam o BDNF (um fator neurotrófico que traz benefícios pensando em depressão). Todos esses fatores poderiam ajudar no tratamento da depressão. Porém, vale lembrar que esse transtorno de humor é complexo e que é necessário um tratamento multidisciplinar. Mas a alimentação adequada é um desses pontos, por isso, procure um Nutricionista.