Se você me acompanha a mais tempo, sabe que o assunto alimentação saudável é bem recorrente por aqui. E sabe também que, para ter essa alimentação saudável, precisamos ingerir muitos alimentos “de verdade”, em especial frutas e verduras, e poucos alimentos industrializados, em especial, os ultraprocessados. Um grande estudo feito no Brasil demonstrou, por exemplo, que dietas ricas em alimentos ultraprocessados são dietas desequilibradas em nutrientes e perigosa a saúde. E nessa revisão agora desse ano, os autores abordam as principais doenças que podem ocorrer quando sua alimentação possui muito alimento ultraprocessado. Em adultos, o alto consumo desse tipo de alimento pode estar associado ao sobrepeso, obesidade, riscos cardio-metabólicos, câncer, diabetes tipo 2, síndrome do intestino irritável, depressão e mortalidade por todas as causas. Entre crianças e adolescentes, os ultraprocessados podem aumentar riscos cardio-metabólicos e asma. E nunca esqueça que o profissional mais habilitado para orientá-lo sobre alimentação é o Nutricionista!
Category: Ultraprocessados
Cálculo renal e dieta
A nefrolitíase, também conhecida como cálculo renal ou pedra nos rins é uma condição bem comum na população. O tipo de “pedra” mais comum é de oxalato de cálcio. Esse problema é influenciado por múltiplos fatores ambientais, incluindo a alimentação. E é justamente sobre isso que essa revisão aborda. Como principais estratégias para diminuir o risco de cálculo renal, os autores colocam: diminuir consumo de carnes vermelhas, de alimentos ricos em cálcio (em especial leite e derivados) e de alimentos ricos em sódio (em especial os industrializados). Por outro lado, é importante aumentar o consumo de água, frutas e verduras. Além disso, os autores colocam que uma dieta vegetariana é o tipo de alimentação que mais está associada com menor risco de cálculo renal. E lembre-se que o profissional mais habilitado para orientá-lo sobre alimentação é o Nutricionista. Procure o seu.
Sono e alimentos ultraprocessados
Ter uma boa noite de sono é essencial para a saúde. Mas isso pode sofrer influência de diversas questões, incluindo questões nutricionais. Nesse estudo realizado aqui no Brasil, por pesquisadores de São Luís (Maranhão), foi avaliado a qualidade do sono de quase 2500 adolescentes e demonstrado associações entre hábitos alimentares e qualidade do sono. Primeiro, foi observado que 57,1% dos adolescentes tinham uma baixa qualidade do sono. Segundo, após análises estatísticas, foi visto que os adolescentes que consumiam mais alimentos ultraprocessados, tinham um risco maior de ter uma baixa qualidade do sono. Por outro lado, aqueles que consumiam mais alimentos frescos ou minimamente processados, tinham um menor risco de ter alteração no sono. E nunca esqueça que o profissional mais habilitado para orientá-lo sobre alimentação é o Nutricionista!